• Pedro Vitor Lopes

Contas de 2015 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado



A notícia do pedido de afastamento do prefeito Marcos José realizado pelo Ministério de Publico de Pernambuco à Justica causou grande burburinho na cidade.


Se por um lado, opositores se apressaram em divulgar a informação. Do outro, os aliados trataram de por panos quentes e desmentir o fato negativo.


Em um ambiente tomado por muitos boatos e fake news, o papel da imprensa é fundamental.


Segundo informação veiculada no site do próprio MPPE, a Promotoria de Justiça de Abreu e Lima ingressou, no último dia 30 de abril, com duas ações civis públicas requerendo, em caráter liminar, a decretação da inelegibilidade do prefeito de Abreu e Lima, Marcos José da Silva, e do vice-prefeito, Marcos Antônio Peixoto de Siqueira. Na prática, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pleiteia que ambos sejam afastados dos cargos que ocupam por terem tido as contas do ano de 2015 rejeitadas em segunda instância no Tribunal de Contas do Estado (TCE).


Contudo, ao checar informação junto ao TCE, percebe-se que as contas referentes ao exercício de 2015 foram aprovadas pelo referido órgão, uma grande contradição em relação ao alegado pela promotoria.




A solicitação é tão capenga que inclui até o vice prefeito, Dr. Marcos Siqueira, que à época não exercia nenhum cargo público.


Ao acessar o portal Tome Conta, é possível constatar que as únicas contas rejeitadas compreendem o período de 2000 até 2004, quando o prefeito da cidade era Jerónimo Gadelha.


Para mais informações, acesse https://sistemas.tce.pe.gov.br/tomeconta/TelaInicial!principal;jsessionid=62EBB30316C63366240AE6FFD9654EE2.jcidadao2